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Quinta Poética
 


quinta na terça

A Quinta-Poética da semana que vem será realizada

na terça-feira, dia 20, às 14h, no auditório da escola Guignard. O evento trás a artista

Sonia Salcedo del Castillo para uma palestra sobre seu livro "Cenário da arquitetura da arte".

 

 

 

Cenário da Arquitetura da Arte

MONTAG Montagens e Espaços de Exposições SPAÇOS

 

Palestra

Reflexão sobre as concepções das exposições de arte, visando entender como, em sua feição silenciosa, elas se traduzem em uma prática do discurso da experiência artística, bem como as origens e motivações de suas concepções de espaço e montagem para expressar tal poética. Mediante a apresentação de um panorama do que foi feito e discutido na expografia do século XX – da estética do espaço expositor à estética no espaço expositivo, passando por considerações acerca da arte de expor como projeto –, serão analisada diferentes relações entre arte, espaço e montagem, buscando compreender as exposições em seus aspectos mais gerais.

As exposições podem ser mais bem entendidas mediante a compreensão de seu espaço, cuja conceituação estaria relacionada às propostas artísticas e, como essas, vinculando-se às transformações sociais em seus aspectos políticos e econômicos. Na relação dessas esferas, haveria três momentos históricos da produção artística que, comparados, apontam para a dissolução da idéia de espaço expositivo ideal, pondo em xeque o conceito do cubo branco e assemelhando o lugar expositivo à caixa preta teatral: as vanguardas do início do século, as experiências dos anos 50 aos 70 e as tendências contemporâneas.

 

 

Sonia Salcedo del Castillo

Arquiteta, cenógrafa e artista, é especialista em história da arte e da arquitetura (PUC-RJ), mestre em história e crítica da arte (EBA-UFRJ) e doutoranda em artes visuais (EBA-UFRJ). Foi premiada pela União Internacional dos Arquitetos, em Varsóvia, e tem experiência profissional em teatro, televisão e carnaval. Atualmente, trabalha como designer de montagem e curadora independente. Idealizou e coordena o Programa de Artes Visuais – Museu Imperial (IPHAN) / Centro de Artes Visuais (Funarte).

 

 

 

 



Escrito por Carol às 09h39
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talk - Quinta Poética

Nesta quinta-feira, dia 15, a Escola Guignard recebe o artista João Maciel

que conversa com o público sobre sua exposição atual.

No auditório às 17h30

 

 



Escrito por Carol às 09h08
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Nós, por exemplo

Show do grupo Nós, Por Exemplo com convidados
na Escola Guignard, pelo Projeto Quinta Poética do dia 24/04



Nós, Por Exemplos é

Flávia Drummond - voz / violão / ruídos e efeitos sonoros
Raíssa Alves - voz / tambor / ruídos e efeitos sonoros
Luis Fernando - violão / escaleta / pianinho
Tino Dias - trompete / flugelhorn / percussão
Yan Vasconcellos - contrabaixo acústico

convidados

Alain (de Cuba) - voz
Berico (do Berimbrown) - voz e guitarra
Rafael Mello - bateria, vibrafone e percussão
Luiza Brina - voz

 
Para conhecer as canções e vídeos do grupo, acesse:


Escrito por Carol às 15h24
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Janaína Melo, curadora do Programa Rumos de Artes Visuais em Minas Gerais, fala sobre o Programa nesta quinta - feira, dia 17/04.
 
 
Em 2008 o Instituto Itaú Cultural inicia a quarta edição do Programa Rumos de Artes Visuais que tem o objetivo de mapear, diagnosticar e fomentar a produção visual, detectando suas direções e apresentando os resultados em exposições e um catálogo geral analítico. Objetiva também o compromisso com o processo de conhecimento de artistas, contribuindo para o aprimoramento profissional dos talentos em formação com organização e realização de palestras e concessão de bolsas de estudo e/ou ateliê-residência, no Brasil e exterior.
 
A Palestra com a curadora será no dia 17/04, a partir de 17:30, no Auditório da Escola Guignard.
 
Rua Ascânio Burlamarque, 540 - Mangabeiras
Telefone: 3282 - 1283


Escrito por Carol às 18h03
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Quinta Poética



Escrito por Carol às 17h17
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Quinta poética neste domingo - bate papo com Nuno Ramos

Neste domingo, dia 16, às 13h, o artista paulista Nuno Ramos conversa com o público na Casa do Conde, onde acontece sua exposição Asa Branca e Monólogo para um cachorro morto.

 

Os opostos em questão

 

A diversidade de formas e materiais dá tônica à exposição inédita do artista plástico Nuno Ramos, que ocorre em Belo Horizonte

 

 

Algo entre o viver e o morrer, entre o sólido e o fluido, a curva e a reta. Pode-se dizer que o contraponto seja uma característica que permeia a trajetória do artista plástico Nuno Ramos. Na verdade pode-se até mesmo afirmar que essa “obsessão” pela ambigüidade (e os questionamentos que a envolve) seja o eixo central do seu fazer artístico. Possivelmente foram nessas indagações que Nuno se pautou para realizar as obras Asa Branca e Monólogo para um cachorro morto escultura e instalação, respectivamente, que compõem a exposição inédita do artista, que teve início no dia 9, na Funarte Casa do Conde, em Belo Horizonte. A entrada é franca.

Autor de três livros e reconhecido, há mais de duas décadas, como um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira - já expôs na Bienal de Veneza - Nuno Ramos também tem em seu currículo uma profícua incursão no campo audiovisual. Ele dirigiu cinco curtas e um média-metragem. O que pareceria um flerte, por se tratar de áreas tão distintas, na obra de Nuno se torna uma interação consistente, como é o caso da instalação, também composta por um vídeo, Monólogo... que faz parte desta exposição.

“Minha obra é permeada pela ambigüidade. Há sim uma divisão entre o alegre e o triste, a vontade de investigar o oposto”. Ao entrelaçar, com surpreendente harmonia, materiais e consistências diversas, ele propõe, nestas obras, uma nova experiência, focada na interação entre matéria, palavra, som, imagem e temperatura. “Em Asa Branca, escultura que une metal, mármore e gelo, em grandes estruturas curvilíneas que perpassam por retas e objetos cheios de forma, há uma forte idéia de circulação, de dinamismo. O trabalho remete a formas na natureza, a uma grande borboleta”, diz.

Já em Monólogo..., composta por cinco pares de lápides de mármore, um de frente para o outro, e com o texto do monólogo incrustado, tem uma tônica mais fúnebre. “Para impedir quase inteiramente a leitura, foi colocado outro bloco de pedra, do mesmo tamanho e formato, com luzes incrustadas em sua parte interna, que ilumina assim o texto cavado no bloco de pedra em frente. É como se eu estivesse fazendo um túmulo para o texto e estivesse enterrando-o, já que não o fiz com o cachorro”, explica.

Na última lápide há um vídeo, que se passa na rodovia Raposo Tavares, em São Paulo, e exibi a seguinte operação: “Eu desço do carro, vou até o guard-rail onde encontrei um cachorro morto, coloco uma pequena base de mármore branco sob o cachorro e, na outra extremidade, o cd player, com os falantes voltados para o animal. Ligo o aparelho, entro no carro e vou embora. Tomadas do aparelho tocando o monólogo para o cachorro, enquanto os carros passam”.

            Biografia

            Nuno Álvares Pessoa de Almeida Ramos (São Paulo SP 1960). Escultor, pintor, desenhista, cenógrafo, ensaísta, videomaker. Cursou filosofia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo - FFLCH/USP, de 1978 a 1982. Trabalhou como editor das revistas Almanaque-80 e Kataloki, entre 1980 e 1981. Começou a pintar em 1983, quando fundou o ateliê Casa 7, com Paulo Monteiro (1961), Rodrigo Andrade (1962), Carlito Carvalhosa (1961) e Fábio Miguez (1962). Realizou os primeiros trabalhos tridimensionais em 1986. No ano seguinte, recebeu do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP) a 1ª Bolsa Émile Eddé de Artes Plásticas. Em 1992, em Porto Alegre, expôs pela primeira vez a instalação 111, que se refere ao massacre dos presos na Casa de Detenção de São Paulo (Carandiru) ocorrido naquele ano. Publicou, em 1993, o livro em prosa Cujo e, em 1995, o livro-objeto Balada. Venceu, em 2000, o concurso realizado em Buenos Aires para a construção de um monumento em memória aos desaparecidos durante a ditadura militar naquele país. Em 2001, publicou o livro de contos O Pão do Corvo e em 2007 lançou o livro Ensaio Geral, que reúne críticas, esboços, anotações e fragmentos ficcionais que tratam de arte, música, literatura e esporte. Para compor suas obras, o artista emprega diferentes suportes e materiais, e trabalha com gravura, pintura, fotografia, instalação, poesia e vídeo.

 

 

SERVIÇO

 

Exposição Nuno Ramos

 

Data e horário: 9 a 30 de março. De segunda à sexta-feira, de 10 às 20 horas; sábado e domingo, de 10 às 18 horas

Local: Funarte Casa do Conde (Rua Januária, nº 68 – Centro, Belo Horizonte, MG)

 

ENTRADA FRANCA



Escrito por Carol às 16h21
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Coisa mental

 Artistas plásticos falam sobre as possibilidades na produção atual
e ensinam que a melhor maneira de falar de uma arte é pela outra.


CAROLINA LARA/ ESPECIAL PARA O TEMPO

Arte. Essa palavra tão pequena e forte também é fonte de dúvidas, questionamentos, desafios e caos. Definir o que é arte, principalmente na produção atual, não tem sido tarefa fácil nem para os filósofos.

O fato é que não se pode nomear o que ainda nem terminou. Provavelmente, o que se chama de arte contemporânea hoje, daqui a uns séculos, terá sido nomeado de uma outra Coisa pelos críticos e historiadores da arte.

Mas o que é importante saber, antes mesmo de definir essa palavrinha, que no dicionário encontra-se como "atividade criadora que expressa, de forma estética, sensações ou idéias", é que a história das artes visuais não evolui no sentido melhor, pior, mais belo ou menos belo.

Menos ainda: evolui por substituição de um movimento pelo outro ou de uma arte pela outra. Evolui no sentido de complemento, na medida em que explora e acumula experiências anteriores no novo contexto histórico, no novo modo de entendimento do fazer artístico no presente.

"Arte é uma coisa mental", afirmou Leonardo da Vinci. Mas, segundo o professor da Escola de Belas Artes da UFMG e artista plástico Marcelo Kraiser, na chamada arte conceitual, ganhou outro sentido. Kraiser desconfia da palavra "contemporâneo" e pensa esta não ser uma boa categoria para se pensar arte.

"Nela estão empacotadas maneiras, modos e suas relações de se pensar as artes que são institucionalizadas, como, por exemplo, na divisão que se vê em toda parte entre o fazer e o refletir. Uma vez definida essa divisão, a arte fica imediatamente neutralizada em sua potência, pois pensar passa a ser sinônimo de reflexão, e o tal fazer é lançado para segundo plano", explica.

Leonora Weissmann, 25, artista plástica da nova geração de artistas de Belo Horizonte, acredita que o que é chamado de arte contemporânea talvez seja só mais um rótulo para uma série de manifestações, cada qual com suas particularidades, que surgiram na pós-modernidade, após os novos questionamentos sobre a arte em si, e seus verdadeiros valores.

"Em relação à arte atual, penso ser tudo aquilo que vêm sendo experimentado, principalmente a própria arte, a partir de meados do século XX. Quem sabe até milhares de paisagens coexistindo, trombando, coincidindo, harmonicamente ou não. Na atualidade, o que acho mais interessante são as infinitas possibilidades de atuação. Isso é maravilhoso do ponto de vista da criação e da proximidade entre arte e vida", diz.

Essas manifestações que surgiram em meados do século XX fazem parte de uma total rejeição do artigo de luxo único, que é o tradicional objeto de arte. O que foi denominado arte conceitual, em crítica ao objeto único, passa a valorizar as idéias.

Por isso os artistas começaram a manifestar suas intenções com o uso dos próprios corpos, o que pode ser chamado de performance, da própria linguagem, de fotografias, vídeos, filmes, instalações e tudo mais que não continha num único objeto.

No Brasil, em meados da década de 50, artistas e poetas como Lygia Clark, Lygia Pape, Franz Weissmann, Amilcar de Castro, Hélio Oiticica e Ferreira Gullar iniciaram um movimento que tinha como um dos principais conceitos o de encarar a obra de arte como "organismo vivo".

Apostaram na liberdade de criação e na participação do espectador na obra. Esse grupo inaugura o que eles mesmos denominam de manifesto neoconcreto, em oposição à "exacerbação racionalista", que eles achavam existir na arte concreta paulista.

As obras desses artistas começavam, nesse período, a apontar para um movimento de passagem do plano rumo ao espaço, mas sempre com preocupação na pesquisa da cor. Era uma tentativa de abandono do suporte bidimensional, preso à parede, para o espaço real.

A pintura
"Eu sou a consciência da paisagem que se pensa em mim". Essa é uma frase de Cézanne, pintor impressionista, usada por Leonora Weissmann para compreensão do que pode ser pintura.

Para Leonora, a pintura se transforma infinitamente e é, com certeza, uma experiência que envolve a sensação da cor. Leonora, além de pintora e cantora, também faz gravuras, desenhos, objetos e produz textos.

A artista diz ser a pintura em tela o seu instrumento principal, pois essa é a técnica que exerceu desde pequena com muita paixão.

Ela explica que, mesmo quando muda de material, ainda assim continua carregando a experiência que tem com a cor, matéria, espaço e composição pictórica.

"Tenho um envolvimento muito grande com a pintura de paisagens e de retratos, sua importante forma de retratar o espaço, a sociedade e a história, e esse interesse, a respeito do tema, desdobrou- se nos meus objetos. "O Jardim dos Sussurros", do grupo dos "Jardins de Mão", é uma das caixas que trazem cores, desenhos, palavras e pequenos objetos e tratam também da relação entre observador e objeto, janelas, retratos, enfim, de assuntos recorrentes na pintura", conta.

Consciente do seu trabalho e apaixonada pela imagem e por seu processo de surgimento, Leonora não se preocupa com as possíveis definições que poderiam ser dadas às suas obras " se elas são contemporâneas ou não, se seus retratos poderiam ser chamados de instalações ou seus objetos de pintura.

Sua preocupação está no aprimoramento, na maneira como seus trabalhos dialogam entre si, com o espectador e o espaço.

"Essas definições criam estagnações no que é puro movimento, o que é mais verdadeiro, que é a vontade de realizarmos nosso trabalho, de nos manifestarmos. As imagens não têm essa posição fixa no tempo, estão em constante processo de movimento, estendendo- se uma na outra", conclui.

As influências e referências que Leonora carrega em sua bagagem para realização dos seus trabalhos são diversas. Vai desde a observação do dia-a-dia, passando pela literatura, cinema, música até as artes plásticas.

Em pintura, a artista cita alguns nomes que se encontram em mais de um movimento artístico ou períodos e regiões: Antoni Tápies, Lucian Freud, Lavinia Fontana, Farnese de Andrade, Márcio Sampaio, Marcelo Kraiser, Mira Schendel, Volpi, Jenny Saville, Francesco Mazzola (artista renascentista), Nicholas Hilliard (miniaturista inglês), Christian Schad, Rineke Dijkstra, John Currin, Luc Tuymans, Elisabeth Peyton, Jim Shaw, Rodrigo Cunha (pintor de São Paulo), Walter de Maria, Richard Serra, Guignard.

Leonora enfatiza que talvez tenha citado esses artistas em primeiro lugar por eles trabalharem as relações entre o homem e a paisagem, desde o retrato até a Land Art.

Arte digital
Como professor e artista plástico, Marcelo Kraiser sempre trabalhou mais com fotografia experimental e desenho. Seus trabalhos envolvem dança, poemas, vídeos, desenhos e fotografias, o que resultam em poemas visuais, videopoemas, videodanças ou vídeos de poemas visuais que, segundo Kraiser, não se realizariam por outros meios.

O artista explica que todas as imagens produzidas por aparelhos são altamente programadas e que isso permite, no campo da criação, controle aliado ao acaso, erro, "como germe de acontecimentos plásticos" e experimentação.

Não existem relações de dependência nem de hierarquia entre as artes e, por isso mesmo, Kraiser entende que as novas mídias são meios inimagináveis de aberturas de possibilidades para a criação, mas alerta: "As novas mídias não devem ser consideradas nem como avanços nem como substituições à pintura, à dança, à poesia, à literatura. Isso seria uma visão no mínimo boba sobre a arte, embora, muitas vezes, nos fazem crer nisso, inclusive dentro de uma concepção do pós-moderno composta de releituras. Ora, não há releitura, há captura, modulação e isso as novas mídias podem fazer muito bem", ressalta.




Escrito por Carol às 10h49
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Mostra

O Espaço Arte Minas convida a todos alunos e amigos para participarem da Mostra de Filmes Internacionais de Arte, diretamente de Montpellier -França. 



Escrito por Carol às 16h32
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TAZ mania de poesia

                                                                                        

 

O Fanzinezat lança sua terceira edição na próxima quarta-feira, dia 27, e mostra 11 faces da poesia: da pátria mais ou menos mãe à Belo Horizonte. Do poeta português Fernando Aguiar a Lajinha, cidadezinha mineira onde nasceu o poeta Marcelo Dolabela.  Com variações lingüísticas e complexos diálogos com a tradição, os outros 9 poetas Ricardo Aleixo, Ytalo Mota, Marcelo Kraiser, Vera Casa Nova, César Gilcevi, Carolina Lara, Francesco Napoli, Aroldo Pereira e Luis Gimenez se reúnem no ZAT/TAZ – mania de poesia, invenção e utopia. O lançamento acontece na Obra a partir das 22h e conta com shows e intervenções de bandas de experimentação poética como Zanzara, Cavera my friend e Panacea.

 

 

27/02

quarta-feira 22h

a obra

rua rio grande do norte 1168 savassi

3215 80 77

 

Produção do evento

9232 0994

Carolara2001@gmail.com



Escrito por Carol às 15h37
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dois mil e oito incorporados

Queridos simpatizantes, participantes e colaboradores do Quinta Poética

- Matrizes da arte contemporânea

Voltamos em 2008, provavelmente após o carnaval!

Aguardem por surpresas agradáveis!



Escrito por Carol às 11h21
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Cao Guimarães

A Quinta Poética e o curso de Pós-Graduação "Arte e Contemporaneidade" da Escola Guignard/UEMG apresentam um encontro com o cineasta e artista plástico CAO GUIMARÃES, que fala sobre suas obras e trajetória.
 

Excepcionalmente QUARTA-FEIRA, dia 28/11/07,

às 19:30 horas

Auditório da Escola Guignard/UEMG

Rua Ascânio Burlamarque, 540 - Mangabeiras

Entrada Franca

 



Escrito por Carol às 08h32
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O filme DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL, de Glauber Rocha.
 
 
 
 
SINOPSE:
O Sertanejo Manoel e sua mulher Rosa levam uma vida sofrida no interior do país, uma terra desolada e marcada pela > seca. No entanto, Manoel tem um plano: usar o lucro obtido na partilha do gado com o coronel para comprar um pedaço de terra. Quando leva o gado para a cidade, alguns animais morrem no percurso. Chegado o momento da partilha, o coronel diz que não vai dar nada ao sertanejo, porque o gado que morreu era dele, ao passo que o que chegou vivo era seu. Manoel se irrita, mata o coronel e foge para casa. Ele e sua esposa resolvem ir embora, deixando tudo para trás.
 
   
Dia 22/11/07 (quinta), às 17:30 horas
Auditório da Escola Guignard/UEMG
Rua Ascânio Bulamarque, 540, Mangabeiras
Entrada Franca


Escrito por Carol às 08h15
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Jayme Reis

A Quinta Poética de amanhã, dia 08, apresenta um encontro com o artista plástico Jayme Reis, que fala sobre sua obra e trajetória.
"Jayme Reis é um artista plástico singular, procura criar a partir do sensível, mas sempre com a dimensão do hoje, do aqui, agora. Sempre atento ao seu entorno, deixa fluir em sua obra elementos plásticos do mundo que o cerca, tal qual ocorreu com a grande invenção de seus barcos em sua passagem por Florianópolis. Ou mesmo na influência do popular e nas tradições religiosas em um de seus exílios, que se deu no interior de Minas, no arraial da Piedade. Jayme Reis se traduz também em um poeta das letras, como podemos sentire nos escritos que se apresentam no seu depoimento de vida e arte. Em seu texto apresenta a sua trajetória e as possibilidades encontradas ao longo de sua formação artística, que se deu em seu dia-a-dia, característica de um artista autodidata. Um autor inquieto, mas a cada dia com maior condição de ocupar e dizer ao mundo o seu idioma, a sua arte de fazer e transcriar a linguagem do cotidiano". Fernando Pedro
 
Quinta-feira, dia 8/11/07 às 17:30 horas
Auditório da Escola Guignard/UEMG
Rua Ascânio Burlamarque, 540, Mangabeiras
Entrada Franca


Escrito por Carol às 14h30
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Tatiana Blass



Escrito por Carol às 12h59
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almost holiday

 A artista plástica Tatiana Blass fala sobre suas obras e sua trajetória nesta Quinta Poética do dia 01/11.
 
Tatiana Blass expõe na Galeria Carminha Macedo do dia 22 de outubro a 17 de novembro de 2007 
                

(segunda à sexta de 10 às 19h/aos sábados  das 10 às 14h)
Rua Bernardo Guimarães, 1200
 
TATIANA BLASS
 
Tatiana Blass, formada em Artes Plásticas pela Unesp, começou a expor em 1998 e já participou de mais de 40 coletivas e 10 individuais, entre elas: Galeria Millan, Centro Universitário Maria Antônia [SP] 2007, galeria Box 4 [RJ] 2006, Galeria Virgilio [SP] 2005, Centro Cultural São Paulo 2003, Fundação Joaquim Nabuco [Recife] 2003. Entre as principais coletivas estão Rumos Artes Visuais 2006 do Itaú Cultural, Geração da Virada no Instituto Tomie Ohtake [SP], Centro Cultural Parque de España, Rosario, Argentina; mam[na]oca, Paralela 2006 [SP] 2006, Projéteis de Arte Contemporânea FUNARTE [RJ] 2004 e diversos salões pelo Brasil e o XV Salão de Arte Ibero-Americano em Washington, 2006. Possui trabalhos nas coleções do MAM-SP, Pinacoteca Municipal de São Paulo, Itaú Cultural e Fundação Joaquim Nabuco.
 
 
Tatiana Blass iniciou sua carreira em 1998 com desenho, colagens e pintura. No decorrer do tempo, a pintura começou a sair da tela e “escorrer” pelo chão gerando instalações e objetos. O desprendimento do plano veio da colagem, que estava presente em todo o trabalho. A colagem possibilitou uma independência da forma por ser um recorte. Assim, foi natural que estes recortes não quisessem estar mais presos a uma tela ou papel.
 
A maioria das obras são dípticos e trípticos montados com um pequeno espaço divisor. A cor é um elemento importante no seu trabalho, que nas composições costuma usar cores vibrantes. Esse uso, de acordo com a artista, vem de um desafio que se coloca de tentar achar uma relação bem articulada entre corpos de cor que de imediato se estranhariam. “A vontade está em estabelecer uma convivência em que mesmo a estranheza não traga discordância, obtida pela passagem não brusca entre os campos de cor, que pode ser dada pelo tonalismo, por uma vibração semelhante de luz ou por uma articulação pela forma, a partir de contatos macios que rebaixem a estridência”, esclarece.
 
Rio das Pedras faz parte de uma série onde a artista desenvolve livros e estantes para abrigá-los. No caso, a estante cinza em exposição traz um livro de 400 páginas, todas elas com a mesma imagem de uma pedreira de São Gonçalo do Rio das Pedras [MG]. A artista acrescenta linhas brancas retas numa tentativa de encontrá-las com a linha natural desenhada pela areia branca na pedra.
 
A escultura Cerco, 2007, é composta por um faisão taxidermizado que ao levantar vôo, desloca o quadrado desenhado com as barras de latão, criando um dúbio movimento de caça e fuga.
 
Outras esculturas da artista são Páreo [2006, mármore] e Patas [2007, latão fundido e pintura], respectivamente. A figura de um cavalo é seccionada, permanecendo apenas as patas com cortes em diferentes alturas. “Tenho pensado muitos trabalhos em que tento criar uma presença invisível, como o corpo do cavalo que não existe ali, mas que está ali”, afirma Tatiana.
 
Para o jornalista, crítico de arte e curador do Inhotim Rodrigo Moura, que assina o texto do catálogo da exposição da artista, “além dos objetos banais, outros elementos chamam a atenção e oferecem pistas à clef na sala de Tatiana – referências a Bruce Nauman, objetos op, um móbile setentista, um livro de Nuno Ramos – criando uma cadeia de referências metalingüísticas e autobiográficas no interior do espaço ficcional criado para o personagem. Não por acaso, o espaço serviu para a artista encenar um vídeo”.
 
Quinta-feira, dia 01/11/07 às 19 horas
Auditório da Escola Guignard/UEMG
Rua Ascânio Burlamarque, 540, Mangabeiras
Entrada Franca


Escrito por Carol às 16h57
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